sábado, 13 de março de 2010

TMN cria cabine sexual no âmbito do Plano Motivacional Interno



A operadora de telemóveis portuguesa TMN inaugurou a partir do dia 1 de Março uma cabine sexual(Sala do Amor) nos seus headquarters em Entrecampos. Esta cabine estará disponível no horário de expediente para quaisquer dois indivíduos(do mesmo sexo ou de ambos) que queiram aliviar a tensão e stress sexual durante o trabalho.

Apetrechada de uma sistema automático de limpeza e desinfecção, esta cabine dispõe ainda de um sistema de som com mais de 30000 músicas pra todos os gostos, uma cama de casal recolhível e um projector de ambientes que permite aos colaboradores escolher o melhor background para fazer o amor(desde um estábulo no meio do campo até um planeta verde fora do sistema solar). Há apenas um limite de dez minutos diários por cada par.


Esta acção surge no âmbito do Plano Motivacional Interno(PMI) e visa "encontrar no amor e paixão entre os colaboradores um trunfo para a motivação que vai arrasar todos os concorrentes"(comenta a responsável de comunicação da TMN, Teresa Vilar).

Quando questionada pelo nosso repórter sobre a origem da ideia, Teresa reponde com uma pergunta "Nunca pensou em levar pra cama uma sua colega da redacção?" "Agora na TMN isso é rápido, seguro e confidencial"

Mas não acha que esta acção pode aumentar a promiscuidade dentro da empresa e a ascensão horizontal? "Claro que sim, mas os aspectos positivos do amor compensam tudo isso, e além disso essa subida continua a assentar no mérito pessoal, nem que seja a nível sexual..."

Os colaboradores da TMN reagiram a mais esta acção da empresa com um sorriso de orelha a orelha e apenas a comunidade de Swing Portuguesa já condenou veemente esta acção:
"É inconcebível que não tenham criado uma cabine especial para mais do que duas pessoas...a actual cabine condiciona bastante o amor a quatro..."

até já

1 comentário:

  1. Que ideia de génio.
    Claramente TODOS os locais de trabalho deveriam estar apetrechados de uma Sala do Amor. O escritório é nossa prisão. Se as prisões têm cabines sexuais, os escritórios também deveriam ter.

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